Posts Tagged ‘universo’

Voltando aos extraterrestes

January 3rd, 2010

Podemos imaginar a estupefacção e a humilhação que devem ter provado os selvagens da América Central, que até pouco tempo atrás, dedicados ao cultivo da terra, a pastar o gado e a matar-se reciprocamente por motivos fúteis, de súbito se encontraram, nas suas terras, diante de monstruosas máquinas apropriadas aos voos interplanetários. Perfeitos módulos de locomoção, dos quais saiam homens semelhantes a eles, mas envoltos em soberbos e reluzentes macacões espaciais e munidos de espantosos meios de transmissão, comunicação e destruição. Esta voluntariosa e desprovida fauna deve ter feito uma violenta engolidela de ciência e esta simbiose deu a ideia certa da fecundação do espírito sobre a matéria.
No fundo a vida até então vivida, era mais ou menos a mesma que hoje envolve os animais inferiores do nosso globo; e o animal homem de então reproduziu os deuses com as suas mesmas feições, afirmando depois, que os deuses haviam criado o homem à sua semelhança.
Esta é a verídica antiga história da América pré-hispânica, mas sem duvida foi a mesma que viveram os centros isolados da vida do nosso globo terrestre, dos finicios aos egípcios,aos escandinavos, aos hebreus, aos gregos aos romanos.
Em toda parte se fala de divindades descidas do céu.
Num poema indiano de três mil anos atrás, lê-se: as máquinas voadoras, Vimanas, eram de forma esférica e navegavam ao ar por meio de Mercúrio que produzia um violento jacto propulsor. A fim de verificar nas suas periódicas voltas as bases de aterragem, os extraterrestres tinham feito grandes sinais no terreno; uma espécie de indicador cósmico. O voo da serpente emplumada representava um disco voador que na sua descida perpendicular deixava um rasto de fogo e fumo e ia pousar sobre altas pirâmides. Actualmente podemos constatar que um reactor lançado a uma velocidade supersónica, deixa atrás de si um rasto de fumaça semelhante a uma serpente.
Por sua vez as pirâmides eram de tal forma construídas que os seus elementos naturais podiam ser utilizados para examinar com exactidão o ponto zenital do sol e dos solstícios de verão e de inverno; permitiam ainda observações astronómicas permanentes, eram verdadeiras torres de controle e astroportos.

Leitura «civilizações perdidas»

ashera | Posted by Ashera

Nós somos Extraterrestres

December 30th, 2009

A 1 de Janeiro de 1968,deveriamos estar concentrados no mistério dos objectos não identificados que circulam na nossa atmosfera.
Pressionado pela opinião publica, o presidente Johnson votou uma verba que, em dinheiro francês somava cerca de 150 milhões de francos (antigos), destinada a pesquisas sobre os discos voadores, sob a direcção do professor Edward Comdon, de vários peritos e de alguns psiquiatras.
Passaremos então a estar mais elucidados sobre este mistério? Com certeza que não! É de prever que os resultados dos Americanos não satisfaçam ninguém. É certo que se vêem coisas no céu, mas não se sabe o que são, e estas percepções proporcionam-se a solidar a imaginação, a provocar visões e a desacreditar a autenticidade do fenómeno.
A priori, é difícil de admitir que civilizações mais avançadas que a nossa, venham a bordo dos discos voadores, brincar às escondidas com os nossos guardas de cancelas ferroviárias e também com os nossos pacatos agricultores.
Se se realizasse uma ligação entre dois planetas, seria revestida dum carácter razoável, cientifico e nada estúpido … a menos que consideremos estúpida uma forma que não podemos compreender.
Na multitude de hipóteses que podemos formular sobre objectos celestes não identificados, ocupa primeiro lugar a dos comandos-sugestão destinados a preparar os nossos espíritos para uma vinda mais ou menos próxima de extraterrestres.
Evidentemente, objectar-se-à que a preparação é longa, visto que dura há séculos, mas que vale essa objecção?
A nossa noção de tempo terrestre ou galáctico talvez seja completamente diferente daquela que impera nas estrelas distantes.
Se os insectos chamados efémeros são dotados de uma consciência desenvolvida, deverão ter pena de ver o entomologista aplicado e lento que, durante a metade da vida do insecto, o estuda ao microscópio.
Certos comentadores afirmam que os extraterrestres estão entre nós, mas num universo multidimensional que coincide com o nosso mundo a três dimensões.
Seriam portanto invisíveis, fora do alcance da percepção de todos os nossos sentidos, e no entanto omnipresentes e capazes de nos ajudar, por sugestão, por exemplo, conduzindo as investigações dos sábios, e inspirando os artistas e escritores.
Terá sido neste sentido que os Antigos lhes chamavam os nomes Vigilantes, vigias, Esclarecidos, Senhores do Mundo?
Há 12000 e há 5000 anos, vieram à Terra astronautas, e sobre esse ponto não subsiste dúvida, mas, desde há 5000 anos, os objectos celestes nunca deixaram de estar presentes no céu, misteriosamente.
Como o nosso problema coincide com o dos nossos antepassados, penso que o estudo dos OVNI (objectos voadores não identificados) antigos, é susceptível de contribuir com uma certa ordem na confusão em que nos encontramos.

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ashera | Posted by Ashera

Enigmas do Universo

December 27th, 2009

O Paraíso
Terá realmente existido o paraíso terrestre da Bíblia?
E, na afirmativa, onde estaria situado?
A bem dizer, os contemporâneos já não se preocupam em responder a tais perguntas. A maioria considera a narrativa do Génese como uma velha lenda, semelhante a muitas outras, que não pretende apresentar a verdade histórica. Já houve outros « paraísos terrestres» através dos tempos, mas acabaram por ser destruídos pela loucura dos homens, que pensam que as coisas não se alterarão com um paraíso a mais ou a menos.
Mas tal não é a opinião das gerações que que nos precederam.
Desde o século XVII até ao XVIII, os cristãos apaixonaram-se por estas investigações, não duvidando que podiam encontrar o jardim do éden. As Cruzadas acabavam por revelar o Oriente aos povos ocidentais; por outro lado, com o fim das invasões mongólicas, as vias de comunicação para a Índia e para a China abriam todo o continente a um tráfego cada vez mais intenso. Por isso é que desde o século XIII numerosos viajantes cristãos vindos da Ásia evocam o enigma do paraíso terrestre, procurando descobrir a situação exacta.
Cerca de 1165, o basileus de Bizâncio e o papa de Roma receberam as cartas famosas, mas apócrifas, do Prestes João, rei mítico da Índia, nas quais ele afirmava que o paraíso estava situado a três dias de caminho do seu reino. Mais tarde, o próprio Cristóvão Colombo se interessou por esse problema ao descobrir a foz de Orenoco; persuadido de que tinha chegado às costas ocidentais da Ásia, afirmou que aquele rio imenso devia certamente ter origem no paraíso terrestre.
Nos nossos dias, apesar do cepticismo quase universal, houve todavia sábios de grande valor e eminentes investigadores que se esforçaram por descobrir quais os factos reais, relacionados com o paraíso, que poderiam ter origem na narração biblica. No entanto houve também grandes fantasistas.
Assim, em 1924, um tal Franz von Wendrin sustentou que o paraíso teria existido nos confins de Mecklemburgo e da Pomerânia! A aldeia de Demmin fora o respectivo centro, e os Hebreus haviam sido dele expulsos pelos Germanos!
A alusão a este acontecimento teria sido mesmo feita nas célebres pinturas rupestres do Sul da Suécia, que se deveriam considerar como verdadeiras cartas geográficas estabelecidas pelos antigos Germanos.
Entre as hipóteses relativas à localização do paraíso terrestre – há cerca de oitenta – é conveniente destacar a do orientalista Albert Hermann, que julgou encontrar o paraíso no Hadramaut árabe, país de boswellies ou árvores de incenso. Quanto a nós a mais interessante é do inglês William Willcox, embora a sua tese não esteja isenta de elementos puramente imaginativos. Willcox, que se esforçava por restituir à Mesopotâmia a sua amiga fertilidade, dotando-a com um engenhoso sistema de irrigação, conhecia admiravelmente esta região. Numa conferencia efectuada em Alexandria. e que ficou célebre, procurou extrair o conteúdo técnico de várias narrações bíblicas; o paraíso terrestre, Adão e Eva, Caim e Abel, Noé e o diluvio, bem como as partes essenciais da sua argumentação foram extraídas de dados da hidrografia local.

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ashera | Posted by Ashera