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Debates de grupo – Windows Live.

Ladrões“As taxas de juro implícitas no crédito à habitação estão em queda há cinco meses, mas os portugueses não notam diferenças porque a Banca está a aumentar os spreads. Os bancos triplicam a sua margem de lucro nos novos empréstimos para compensar”.
Esta boa nova vem no (sanguinário Correio da Manhã).
O que obviamente nos leva a crer que os Tios estão cada vez mais ricos e os pobres ,cada vez mais miseráveis e mais bestas não é mesmo?

Por mim falo: que trabalho de Sol a Sol numa Papelaria que abri recentemente , sem apoio de parte alguma e desde que adquiri a Maquina Multibanco para melhor servir o cliente acabei no prejuízo, porque o banco ainda me tira dinheiro das mercadorias que vendo!!!!! Não vou falir , mas vou fugir dos ladrões, sou Besta , mas não sou burra, porque isto não vai ficar assim, e o meu dinheiro vai voltar para onde nunca devia ter saído

Miguel Sousa Tavares

Alguém que eu muito amei e que aprendi a admirar ao longo da vida dizia que não há nada mais perigoso do que políticos sem ideias mas cheios de iniciativas. Cada vez mais me convenço de que é uma grande verdade, confirmada dia a dia pela observação da vida política portuguesa: não há nada mais assustador do que os decisores desatarem a tomar decisões que ninguém lhes pediu e cuja necessidade ninguém sente. Apenas porque acham que assim estão a mostrar serviço.

E quem sentiu a necessidade urgente de mais auto-estradas a rasgar todo o interior já deserto, de um novo aeroporto para Lisboa, de um TGV de Lisboa para Madrid, outro do Porto para Vigo e de uma nova ponte sobre o Tejo para o servir? Quem foi que andou a gritar “gastem-me o dinheiro dos meus impostos a fazer auto-estradas, pontes, aeroportos e comboios de que não precisamos”? Porque razão, então, o lóbi das obras públicas, os engenheiros, projectistas, banqueiros e advogados que os assessoram, mais a ilusão keynesiana do primeiro-ministro, nos hão-de impingir o que não pedimos?

Fomos nós, porventura – ou os autarcas, os especuladores imobiliários e os empresários do turismo – que reclamámos a legislação de excepção dos Projectos PIN para dar cabo da costa alentejana e do que resta do Algarve? Foi nossa a decisão que a Comissão Europeia classificou como uma batota para contornar as normas de protecção ambiental e ordenamento do território?

Fomos nós que reclamámos a privatização da electricidade para depois a pagarmos muito mais cara ou que, inversamente, protegemos até ao limite o monopólio da PT nos telefones fixos, em troca de termos o pior e o mais caro serviço telefónico da Europa?

Fomos nós que nos revoltámos contra o queijo da Serra feito em mesas de mármore, a galinha de cabidela ou o medronho da Serra de Monchique? É em nome da nossa vontade e da nossa cultura que o “ayatollah” Nunes e a sua ASAE aterrorizam e enfurecem meio país?

Fomos nós que estabelecemos uma sociedade policial contra os fumadores, que quisemos encher Lisboa de radares para controlar velocidades impossíveis e ajudar a fazer da caça à multa o objectivo principal da prevenção rodoviária?

Fomos nós que concordámos em que os agricultores fossem pagos para não produzir, os pescadores para não pescar, as empresas para fazer cursos de formação fantasmas ou inúteis, alguns escritores para terem ‘bolsas de criação literária’ para escrever livros que ninguém lê, os privados para gerir hospitais públicos com o dobro dos custos?

Fomos nós que aceitámos pagar por caças para a Força Aérea que caem todos sem nunca entrar em combate, helicópteros que não voam por falta de sobressalentes, submarinos que não servem para nada, carros de combate que avariam ao atravessar uma poça de água?

Fomos nós que decretámos que o Euro-2004 era “um desígnio nacional” e, para tal, desatámos a construir estádios habitados por moscas, onde jogam clubes que vegetam na segunda divisão ou se aguentam na primeira sem pagar aos jogadores, ao fisco e à Segurança Social? E é a nossa vontade colectiva que anda a animar uns espíritos inspirados que já por aí andam a reclamar um Mundial de Futebol ou mesmo uns Jogos Olímpicos?

Ah, e a regionalização, essa eterna bandeira de almas ingénuas ou melífluas, que confundem descentralização com jardinização? Esse último disparate nacional que falta fazer e com o qual nos ameaçam ciclicamente com o argumento de que está na Constituição, embora nós já tenhamos respondido, clara e amplamente, que dispensamos a experiência, muito obrigado?

Será que não se pode acalmar um bocadinho os nossos esforçados governantes? Pedir-lhes que parem com os “projectos estruturantes”, os “desígnios nacionais”, os “surtos de desenvolvimento”, os PIN, os aeroportos, pontes e auto-estradas, que deixem de se preocupar tanto com o que comemos, o que fumamos, o que fazemos em privado e o que temos de fazer em público? Eu hoje já só suspiro por um governo que me prometa ocupar-se do essencial e prescindir do grandioso: um governo que prometa apenas tentar que os hospitais públicos funcionem em condições dignas e que não haja filas de espera de meses ou anos para operações urgentes, que os professores e alunos vão à escola e uns ensinem e outros aprendam, que os tribunais estejam ao serviço das pessoas e da sua legítima esperança na justiça e não ao serviço dos magistrados ou dos advogados, que as estradas não tenham buracos nem a sinalização errada, que as cidades sejam habitáveis, que a burocracia estatal não sirva para nos fazer desesperar todos os dias. Um governo que me sossegue quanto ao essencial, que jure que não haverá leis de excepção nem invocados “interesses nacionais” que atentem contra o nosso património: a língua, a paisagem, os recursos naturais.
Mas não há dia que passe que não veja o eng.º Sócrates a inaugurar ou a lançar a primeira pedra de qualquer coisa. E encolho-me de terror perante esta saraivada de pedras, que ora ajuda a roubar mais frente de rio a Lisboa, ora entrega mais uma praia a um empreendimento turístico absolutamente necessário para o “desenvolvimento”, ora lança mais uma obra pública inútil e faraónica destinada a aliviar-me ainda mais do meu dinheiro para o dar a quem não precisa. Vivo no terror dos sonhos, dos projectos, das iniciativas de governantes, autarcas e sábios de várias especialidades. Apetece dizer: “Parem lá um pouco, ao menos para pensar no que andam a fazer!”
Além de mais, já não percebo muito bem o que justifica tanto frenesim. Já temos tudo o que são vias de transporte concessionado para as próximas gerações: auto-estradas, pontes, portos, aeroportos (só falta o comboio, mas os privados não são parvos, vejam lá se eles querem ficar com o negócio prometidamente ruinoso do TGV!). Já temos tudo o que é essencial privatizado (só falta a água e palpita-me que não tarda aí mais esse ‘imperativo nacional’). É verdade que ainda faltam alguns Parques Naturais, Redes Natura e REN por urbanizar, mas é por falta de clientes, não por falta de vontade de quem governa. Já faltou mais para chegarmos ao ponto em que os governos já não terão mais nada para distribuir. Talvez então se queiram ocupar dos hospitais, das escolas, dos tribunais. Valha-nos essa esperança.

Miguel Sousa Tavares – Lisboa

Inúmeras vezes dou comigo a pensar nos tempos da Pré-História, nos trogloditas, e no Povo Português!

Como tal, hoje deixou aqui um video que veio de pps (para facilitar).
NO LOCAL

votonulo-votassimComo dever direito obrigação de CIDADÃO Faço Apelo às Urnas.

VOTO NULO

Porquê?!

1. VOTO OU CONSELHO A VOTO EM QUALQUER PARTIDO QUE NÂO O ACTUALMENTE NO PODER
- poderá fazer colher alguns míseros ganhos agora, mas terá como resultado final o perder-se a face, a coerência, a credibilidade – e até a legitimidade para reclamações posteriores – por parte de quem considera serem os actuais partidos os responsáveis pela situação a que chegámos;

1. ABSTENÇÃO
- Contrariamente ao que por aí com pouco discernimento se afirma, a abstenção não é uma forma de protesto. É, sim, o resultado de uma opção não pensada, uma opção que se toma por evidente equívoco e leveza de espírito. A abstenção é uma não-afirmação e, como tal, nada significa de concreto. Tanto pode resultar de doença ou impedimento razoável e atendível, como de se pretender – erradamente embora – marcar uma posição política, como mero comodismo de quem não assume responsabilidades cívicas que tem perante a sociedade em que vive. Mas, de facto, ninguém sabe o que realmente representa.
Finalmente, o abstencionista oferece a sabe-se lá quem a tentadora e excelente oportunidade de o descarregar nos cadernos eleitorais e meter lá um voto por si, ou seja, a pô-lo a votar num partido que o abstencionista “odeia”.

2. VOTO EM BRANCO
- O voto em branco não afirma nada. Se eu resolver traçar numa folha em branco, uma frase que reflicta o meu pensamento, que considero a minha marca, mas ao fim e ao cabo nada escrever e deixar a folha em branco, que pensamento lá deixei?!
E, além disso, proporcionei ao tal malandrim a possibilidade de, aproveitando-se da confusão do escrutínio ou mancomunado com os restantes membros da mesa – muito frequentemente de uma só cor política… – riscar uma cruzinha a favorecer o partido que mais jeito lhe dê, pondo, assim, “o eleitor do voto em branco” a votar não em branco, como gostaria, mas no partido do malandrim, como teria odiado que acontecesse.

Finalmente,

3. VOTO NULO
- É a opção de quem discorda profundamente das políticas que os actuais partidos desenvolvem mas que, sendo cidadão consciente, não quer deixar de votar. É o verdadeiro – único! – voto de protesto posto à disposição dos eleitores. Ao votar nulo, o eleitor está a dizer que nenhum dos candidatos merece a sua confiança política e que, portanto, não o quer eleger.
Ao votar nulo, o cidadão está ainda a criar dificuldades a batoteiros eleitorais, que os há e muitos!
Se meter na urna um boletim abusivamente preenchido em nome de um cidadão que não foi votar é fácil, mais fácil ainda é pôr uma cruz em boletim que o eleitor deixou em branco.
Mas torna-se muito mais difícil falsificar um voto nulo. Porquê? Porque obriga a inutilizar o boletim, substituindo-o por outro. E todos os boletins, mesmo os inutilizados, têm que ficar apensos à acta. Ora, como se compreende, isso causa muita movimentação e chama a atenção para a patifaria!…
Para além do mais, uma enchente de votos nulos pode levar à anulação da eleição. E essa é a única forma de causar tal escândalo que alguma coisa terá que mudar… Já se pensou no que seria ter-se de anular uma eleição por o voto nulo a isso ter obrigado?

Gentileza do meu querido amigo ruben
O HOMEM PRODUTO DE SI PRÓPRIO

Gonçalo Amaral, o ex-coordenador da Polícia Judiciária (PJ) que investigou o desaparecimento de Madeleine McCann, vai avançar com uma queixa-crime contra os pais da criança, Gerry e Kate. Neste processo, apurou o DN, o autor do livro “A Verdade da Mentira” pretende analisar a investigação feita em 2007 e trazer a Portugal novos testemunhos de forma a reabrir o processo do desaparecimento arquivado em Julho de 2008. “É preciso discutir o que se fez e o que ficou por fazer”, declarou ao DN Gonçalo Amaral.

O antigo coordenador da PJ tem já constituída uma equipa de três advogados – António Cabrita, Henrique Pires Teixeira e Francisco Almeida Garrett – que o vão acompanhar nos próximos tempos, quer no ataque ao casal McCann quer à defesa, já que Gerry e Kate anunciaram publicamente a intenção de mover um processo cível contra Gonçalo Amaral.
CONTINUA AQUI

freeblogCarissimos apresento-vos o hilariante ( se não fosse trágico),
FREEBLOG .
façam CIRCULAR…JÁ AGORA, NÃO FALTEM AS URNAS EEEEEEEEE VOTEM NULO POR FAVOR!

loureiroManuel Joaquim Dias Loureiro confirmou, esta tarde, ao semanário“Sol” ter pedido a demissão do Conselho
de Estado.
De acordo com a SIC-Notícias, Loureiro
deixa o órgão de consulta do
Presidente da República e solicitou
já uma audiência ao Procurador geral
da República.
A demissão de Dias Loureiro verifica-se na sequência das declarações
prestadas pelo peso preventivo.José Oliveira e Costa à Comissão
Parlamentar de Inquérito ao “caso
BPN”.
Fonte Radio Renascença

RendeiroMansão de Rendeiro muda de offshore

João Rendeiro criou o BPP em 1996. No livro revelou que é funcionário do Ministério da Economia, em licença sem vencimento.

A casa onde mora João Rendeiro, o fundador do Banco Privado Português BPP, no exclusivo condomínio da Quinta Patino, em Cascais, está registada num sociedade estrangeira, sediada num offshore, que já teve duas moradas diferentes. Segundo apurou o CM, a mansão do lote 81, que está actualmente avaliada em 2,1 milhões de euros, é propriedade da empresa Corbes Group Limited, que a adquiriu em Maio de 2000 com recurso a um empréstimo do Banco Bilbao Vizcaya no valor de 250 mil euros.

via Correio da Manhã.

O Governo está a ponderar antecipar para o 2º ciclo do básico a segunda língua estrangeira, no âmbito de um conjunto de ajustamentos àquele nível de escolaridade, que deverão passar pela introdução do conceito de escola a tempo inteiro.

Em entrevista à Agência Lusa, a ministra da Educação lembrou que a primeira língua estrangeira é introduzida no currículo do 2º ciclo do ensino básico, enquanto o segundo idioma surge no 3º ciclo.

«Com a introdução do Inglês no primeiro ciclo, o que se vai colocar em cima da mesa é a exigência da segunda língua – francês, alemão, ou espanhol – passar para o 2º ciclo. Isso obriga a uma reestruturação», afirmou Maria de Lurdes Rodrigues.

via Governo admite introduzir segunda língua estrangeira no 2º ciclo – TSF.


meu comentário:
Com tanto aprendizado linguístico, é melhor que façam nascer crianças cultas e formadas assim que saem da barriga das mães! Este Desgoverno e seus ministérios ensandeceram. VOTEM NULO- É UM APELO

A docente acusada de falar de sexo nas aulas “em termos inapropriados” foi suspensa na sequência das queixas apresentadas por duas mães. Os pais aplaudem a decisão. Veja o VÍDEO com o som gravado por uma aluna, a que SIC teve acesso

via Suspensa professora que falava de sexo em termos inapropriados – Visao.pt.

Meu comentário:
A Injustiça continua, este Governo que vá para a Rua
Oxalá tenham ouvido o comentário do Dr Eduardo Sá na TV, acerca deste caso

Pedro PedofiloPedro Inverno, pedófilo confesso que está em liberdade desde 2006 por excesso de preventiva, fotografado na Feira da Ladra em Agosto
O Supremo Tribunal de Justiça entende que os abusos sexuais praticados pelo ex-treinador Pedro Inverno, pelo facto de terem sido perpetrados sobre menores que se dedicavam à prostituição no Parque Eduardo VII, se enquadram na figura do crime continuado por haver um elemento externo facilitador da prática do crime.
Fonte CM

estrelas_1Os investigadores britânicos deste estudo, citado pela BBC, analisaram 1320 doentes com demência, dos quais 382 foram do sexo masculino, e chegaram à conclusão que, no caso dos homens, continuar a trabalhar até mais tarde na vida ajudou-os manter o cérebro em forma, adiando os efeitos da doença.

A demência é causa pela perda massiva de células cerebrais. O que os especialistas defendem é que uma maneira de nos protegermos dessa perda é a construção do maior número possível de ligações entre as células. Como? Mantendo uma actividade mental ao longo da vida. Chama-se “reserva cognitiva”.
O estudo concluiu que aqueles que se reformaram mais tarde, só mais tarde desenvolveram Alzheimer.

Fonte Visão

MenesesLuís Filipe Menezes, presidente da Câmara Municipal de Gaia há 12 anos, ganhou no último ano cerca de 65 mil euros, ainda quando dividia a gestão da autarquia com a presidência do PSD. Menezes declara no IRS poucos bens e pouco dinheiro, mas as viagens de luxo em família são questionadas pelos mais próximos do autarca. É uma das questões que ficam por esclarecer, uma vez que Menezes recusou falar como o Correio da Manhã.

“O que está declarado no Tribunal Constitucional é a realidade, não há mais comentários”, comunicou o autarca através do seu assessor de imprensa.

Na declaração de rendimentos referente a 2007 consta um crédito à habitação (do apartamento da avenida Brasil, Foz, no Porto) no Millennium BCP de 231 355 euros, do qual deve 227 500. No património do autarca há duas casas no Porto, um terreno em Armamar e um Jipe UMM. Em aplicações financeiras fez um plano de reforma de 85 mil euros.

Luís Filipe Menezes vive num apartamento alugado num condomínio de luxo na rua do Aleixo, no Porto. Menezes está separado da mulher e vive neste andar com Teresa Moas, uma relação já assumida, apesar de ainda estar casado com Maria Cândida. À mãe dos seus três filhos, o CM sabe que o autarca paga uma pensão significativa enquanto o divórcio corre de forma litigiosa.

Apesar de boa parte do seu salário estar destinada a estas despesas, as viagens de Luís Filipe Menezes com Teresa Moas e os cinco filhos de ambos são comentadas entre amigos e inimigos.

Desde o início do ano, Luís Filipe Menezes fez já várias viagens de férias ao estrangeiro. A última foi a Marrocos.

PORMENORES

CONTA BCP 1

A 31 de Dezembro de 2008, em conta à ordem no Millennium BCP, tinha 18 197 euros. Cerca de um ano antes, o saldo rondava os 38 mil euros.

CONTA BCP 2

O extracto bancário da mesma data e da mesma conta regista 3146 euros de vencimento e 3888 de pagamento do empréstimo à habitação. Pagou mais do que ganhou.

CONTA BCP 3

Em Janeiro de 2007 estão registados diversos depósitos normais de valores que variam entre sete mil e 25 mil euros.

CONTA BCP 4

Tem acções na operadora de TV Cabo ZON Multimédia no valor de 4800 euros.

via Correio da Manhã.

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